Sustentabilidade

A flora, a fauna, os eco-sistemas, as estações do ano, a água, o ar e toda a harmonia dos mecanismos que o planeta Terra possui para manter a vida são obras incomparáveis do poder criador de Deus.

A perfeição de Deus pode ser observada na natureza, através da ordem existente, a harmonia entre as espécies, cada ser vivo se adapta ao ambiente onde vive, espécies diferentes coexistem adequadamente, cada espécie tem um propósito específico e sobrevivem segundo esse propósito é evidente a existência de uma sabedoria por traz da criação. Essa sabedoria somente pode vir de um ser superior, um poder criador infinito, onisciente, onipotente, onipresente e a esse poder chamamos “Deus”. A Bíblia diz no livro aos Romanos, capítulo 1 e verso 20: “Pois os seus atributos invisíveis, o seu eterno poder e divindade, são claramente vistos desde a criação do mundo, sendo percebidos mediante as coisas criadas, de modo que eles são inescusáveis”.

Deus criou todas as coisas pelo seu poder e por amor: “NO princípio criou Deus os céus e a terra E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo; e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas. E disse Deus: Haja luz; e houve luz. E viu Deus que era boa a luz; e fez Deus separação entre a luz e as trevas. E Deus chamou à luz Dia; e às trevas chamou Noite”.

O primeiro capítulo do livro de Gênesis relata a criação do mundo em seis dias. Ao examinarmos o livro de Gênesis, podemos indagar como se pode conciliar esse vasto período geológico com a criação em seis dias. A criação possui uma ordem e um tempo. Não podemos dizer também, como querem alguns que o termo “No princípio” abrange os séculos geológicos, porque não havia estado de caos entre estes e o período do homem. A explicação satisfatória do mistério é que os próprios dias da criação foram longos períodos. No livro de Salmos no capítulo 90 no verso quatro está escrito: “Porque mil anos são aos teus olhos como o dia de ontem que passou, e como a vigília da noite”.

Tudo o que Deus criou é bom e foi criado para permanecer bom, puro e agradável. Deus sujeitou toda criação ao homem:

“E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra. E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. E Deus os abençoou, e Deus lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra. E disse Deus: Eis que vos tenho dado toda a erva que dê semente, que está sobre a face de toda a terra; e toda a árvore, em que há fruto que dê semente, ser-vos-á para mantimento. E a todo o animal da terra, e a toda a ave dos céus, e a todo o réptil da terra, em que há alma vivente, toda a erva verde será para mantimento; e assim foi. E viu Deus tudo quanto tinha feito, e eis que era muito bom; e foi a tarde e a manhã, o dia sexto”.

Porém o pecado do homem contaminou a criação de Deus, assim encontramos no livro aos Romanos, no capítulo oito nos versos 19 e 20, o seguinte texto:

“Porque a criação aguarda com ardente expectativa a revelação dos filhos de Deus. Porquanto a criação ficou sujeita à vaidade, não por sua vontade, mas por causa daquele que a sujeitou, na esperança de que também a própria criação há de ser liberta do cativeiro da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus. Porque sabemos que toda a criação, conjuntamente, geme e está com dores de parto até agora”.

Outro texto que esclarece sobre o domínio do homem sobre a natureza está na carta a Tiago no capítulo 3 verso sete:

“Porque toda a natureza, tanto de bestas feras como de aves, tanto de répteis como de animais do mar, se amansa e foi domada pela natureza humana”.

O planeta Terra aguarda sua libertação da corrupção (poluição, sujeira, desmatamento, aquecimento, desequilíbrio etc).

A preservação da natureza sempre foi e será alvo da atenção de Deus. No Antigo Testamento encontramos orientações de Deus com relação à preservação do meio-ambiente. Um texto que relata claramente essa preocupação está no livro de Deuteronômio capítulo 20 no verso 19: “Quando sitiares uma cidade por muito tempo, pelejando contra ela para tomá-la, não destruirás o seu arvoredo, metendo nele o machado, porque dele comerás; pelo que não o cortarás, pois será a árvore do campo algum homem, para que fosse sitiada por ti?”. Observamos neste texto que além de determinar a preservação da floresta, Deus informa ao homem que a floresta é sua amiga, não devendo ser tratada como inimigo, pois ela lhe fornecerá alimento e viveres.

As revelações apresentadas pelo Apóstolo João, no livro de Apocalipse, também dão conta da preocupação de Deus com a natureza, nos capítulos sete e nove, encontramos os seguintes textos: “E DEPOIS destas coisas vi quatro anjos que estavam sobre os quatro cantos da terra, retendo os quatro ventos da terra, para que nenhum vento soprasse sobre a terra, nem sobre o mar, nem contra árvore alguma”; “E foi-lhes dito que não fizessem dano à erva da terra, nem a verdura alguma, nem a árvore alguma, mas somente aos homens que não têm nas suas testas o sinal de Deus”.O interesse maior de Deus em preservar é motivado pelo seu grande amor por sua criação. A grandeza desse amor foi revelada através de seu Filho Unigênito, que ELE próprio enviou ao mundo para que o mundo fosse salvo. “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha vida eterna” (Evangelho de João 3:16).

JESUS, filho de Deus, foi morto e ao terceiro dia ressuscitou. Venceu a morte e resgatou a criação (homem) para Deus. O perdão dos pecados está disponível para todo aquele que crê que Jesus é o Filho de Deus.

Preservar a natureza, preservar a vida, preservar o amor, preservar a família, preservar a sociedade, preservar o país, preservar a nação, preservar o planeta, preservar envolve uma das características mais marcantes do cristianismo, a FÉ. Colocar sua existência a serviço do bem comum é outra característica do cristianismo. O próprio Deus não mediu esforços para salvar sua criação.

E nós o que estamos fazendo?

“Porque ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; ainda que decepcione o produto da oliveira, e os campos não produzam mantimento; ainda que as ovelhas da malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja gado; Todavia eu me alegrarei no SENHOR; exultarei no Deus da minha salvação”. Habacuque 3:17 e 18.

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