The Sacred Journey (A Viagem Sagrada)

O Livro: “The Sacred Journey” de Charles Foster faz parte da Série de Práticas Antigas da Editora Thomas Nelson.

Não há nada errado com olhar para as práticas medievais (antigas) de espiritualidade. A maioria dos cristãos modernos não percebe que nós obtemos a maioria de nossas práticas espirituais deste período e especialmente na igreja ocidental. Infelizmente, a palavra medieval não é considerada tão agradável quanto o ancião em publicações Cristã, assim o período nunca fica realmente esclarecido.

Tirando de várias tradições, até mesmo não cristã, Charles Foster nos mostra uma imagem da humanidade que deseja estar em movimento. Ele discute até mesmo sobre Yahweh preferido dos nômades, ao Deus da Bíblia, sendo um Deus do viajante e não de um sedentário. Há muito valor nesta observação. A história mostrou que sempre que a fé fica estática, fica violenta e parte para o confronto. Quando a fé permanece móvel que tem sua maior complexidade e vibração.

Foster tenta demolir o significado de peregrinação, uma fé comovente, no moderno e contexto de pós-moderno. De certo modo, ele chama a igreja para peregrinação como parte viva da nossa fé. Eu não estou completamente seguro se ele teve sucesso, mas ele dá alguns largos passos na direção certa.

Eu concordei com o autor na avaliação da fé Cristã sedentária, quando ele lançou muitas das observações antológicas nos benefícios de peregrinação. Por exemplo, ele faz a observação de que estando em uma peregrinação é muito mais difícil pecar.

Ele adicionalmente, não endereça o papel da igreja nestas peregrinações. O foco dele é completamente individual, até mesmo em passagens onde ele fala sobre a comunidade e incorporada na viagem. Seguramente a peregrinação pode ser divorciada de comunidade, porém isso é um dos fracassos de peregrinação antiga e moderna. No princípio, os peregrinos desejaram estar completamente só, mas eles rapidamente aprendiam que a disciplina espiritual é melhor praticada em comunidade.

Existe valor na leitura de valor “The Sacred Journey”? Sim. Tem grande mérito, especialmente em nossa idade acomodada e complacente. Mas quando você ler discernirá cuidadosamente e pensará corporativamente ao invés de individualmente. Às vezes nós somos chamados para viajar só, mas sempre está em preparação a restauração para a comunidade. Não é a solidão que faz o peregrino.

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