O Evangelho. 3

Este Evangelho também é chamado…

O Evangelho da Glória de Deus. Amo este nome. Ele é o Evangelho da Glória de Deus porque veio do lugar da glória onde o Senhor Jesus entrou. O véu se rasgou e agora resplandece a glória. Onde quer que este Evangelho seja proclamado, ele fala do caminho da glória para o homem pecador. De um caminho diante do Trono da Misericórdia, purificado de toda mancha. É o Evangelho da Glória de Deus, pois, antes de Cristo ter entrado na glória, ele não pôde ser pregado em sua totalidade e somente quando isto aconteceu é que ele pôde ser entregue ao mundo perdido

Ele também é chamado…

O Evangelho Eterno. Porque jamais será sobrepujado por qualquer outro. Nem antes, nem depois dele. Um dos professores da Universidade de Chicago escreveu um livro, alguns anos atrás, no qual tentou mostrar que o Evangelho de Jesus poderia ser sobrepujado pelo de outro mestre maior. Nesse caso, “o evangelho” por ele ensinado tornou-se uma mensagem mais apropriada à inteligência de certos “eruditos” dos séculos passados. Não, não e não! Mesmo que este mundo pudesse continuar existindo por mais um milhão de anos, jamais iria precisar de outro Evangelho, porque este é o Evangelho Eterno, pregado pelo Apóstolo Paulo, confirmado com os sinais de glória que se seguiram. É o Evangelho que tem conduzido à salvação tantos pecadores culpados.

O Evangelho Declarado. Qual é, portanto, o conteúdo deste Evangelho? Vejamos: “Porque eu recebi do SENHOR o que também vos ensinei” (1 Coríntios 11:23). Imagino que o coração de Paulo deveria estar abrasado, ao escrever estas palavras e que ele retrocedeu, 30 anos, na memória, àquele dia na estrada de Damasco, para onde ele se dirigia, com o coração cheio de ódio, a fim de perseguir os cristãos. Ele foi arremessado ao chão, uma luz brilhou e ele escutou: “Saulo, Saulo, por que me persegues?” Quando ele indagou: “Quem és tu, Senhor?” A resposta veio: “Eu sou Jesus, a quem persegues”. Naquele dia, Saulo conheceu o Evangelho. Ele aprendeu que Aquele que morreu na cruz estava vivo e era o Senhor da Glória. Naquele momento, sua alma foi salva e Saulo se transformou em Paulo, o Apóstolo aos Gentios. Portanto, agora, ele diz: “Porque eu recebi do Senhor o que também vos ensinei: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão; E, tendo dado graças, o partiu e disse: Tomai, comei; isto é o meu corpo que é partido por vós; fazei isto em memória de mim. Semelhantemente também, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é o novo testamento no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que beberdes, em memória de mim”. (1 Coríntios 11:23-25). Antes de tudo, “Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, Ele foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia”.

O Evangelho não era novidade na mente de Deus. Ele havia sido predito através de todo o Velho Testamento. Cada vez que o vindouro Salvador foi anunciado, houve a proclamação do Evangelho. Começou no Éden, quando o Senhor disse à serpente: “E porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar” (Gênesis 3:15). Ele foi tipificado em cada sacrifício feito no maravilhoso tabernáculo do Templo. Temos a proclamação de Isaías 53:5-7 “Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho; mas o SENHOR fez cair sobre ele a iniqüidade de nós todos. Ele foi oprimido e afligido, mas não abriu a sua boca; como um cordeiro foi levado ao matadouro, e como a ovelha muda perante os seus tosquiadores, assim ele não abriu a sua boca”. Ele foi pregado por Jeremias 23:6:

“Nos seus dias Judá será salvo, e Israel habitará seguro; e este será o seu nome, com o qual Deus o chamará: O SENHOR JUSTIÇA NOSSA”.

Zacarias proclamou:

“Ó espada, desperta-te contra o meu pastor, e contra o homem que é o meu companheiro, diz o SENHOR dos Exércitos. Fere ao pastor, e espalhar-se-á as ovelhas; mas volverei a minha mão sobre os pequenos” (Zacarias 13:7)

Continua no próximo  post “O Evangelho 4″…

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