O Evangelho. 1

Estaremos publicando em uma seqüência de 4 posts, a mensagem intitulada “O Evangelho”. Recomendamos que acompanhe a série e surpreenda-se com as informações e revelações nela contidas.
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O EVANGELHO

O Evangelho não é…

A Bíblia. Em primeiro Lugar, o Evangelho não é a Bíblia. Em geral, quando eu pergunto a alguém: “O que você entende por Evangelho?” A pessoa logo responde: “Ora, ele é a Bíblia e a Bíblia é a Palavra de Deus”. Sem dúvida, a Bíblia é a Palavra de Deus, mas ela contém uma grande porção que não é o Evangelho. Exemplos:

“Porque o SENHOR ama o juízo e não desampara os seus santos; eles são preservados para sempre; mas a semente dos ímpios será desarraigada” (Salmo 37:28).

Isto é bíblico, porém não é o Evangelho.

“Horrenda coisa é cair nas mãos do Deus vivo” (Hebreus 10:31).

Isto é bíblico, porém não é o evangelho.

A palavra “Evangelho” significa “Boas Novas”. No Inglês é “good” = bom; “spell” = pronunciamento; daí vem “Gospel”. Como “evangelho” em grego é “boas novas”, no inglês ele tem a mesma significação, com o uso do termo “Evangel”. “Gospel” significa “boas novas” para os pecadores. A Bíblia contém “gospel”, mas também grande parte do que não é exatamente “gospel”.

O Evangelho não é…

Os Dez Mandamentos – O Evangelho não é apenas a mensagem de Deus, dizendo como o homem deve se comportar. Então, “o que é o Evangelho?” Fiz esta pergunta, algum tempo atrás, a um homem e ele respondeu: “Ora, eu diria que ele é apenas os Dez Mandamentos e o Sermão do Monte e creio que se um homem os seguir, será muito abençoado”. Respondi: “Concordo. Mas você já ouviu falar de alguém que tenha vivido conforme estes preceitos?” O Sermão do Monte exige atos de justiça que nenhum homem é capaz de produzir. A Lei não é o Evangelho. Ela é exatamente a antítese do Evangelho. Ela foi dada ao homem para mostrar a necessidade do Evangelho. Em Gálatas 3:22-24, Paulo diz: “Mas a Escritura encerrou tudo debaixo do pecado, para que a promessa pela fé em Jesus Cristo fosse dada aos crentes. Mas, antes que a fé viesse, estávamos guardados debaixo da lei, e encerrados para aquela fé que se havia de manifestar. De maneira que a lei nos serviu de aio, para nos conduzir a Cristo, para que pela fé fôssemos justificados”.

O Evangelho não é…

Arrependimento – O Evangelho não é uma chamada ao arrependimento, ou uma emenda aos nossos caminhos, como uma compensação pelos pecados passados ou uma promessa de que seremos melhores no futuro. Estas coisas têm o seu lugar [na vida cristã], porém não substituem o Evangelho, pois este não é um bom conselho a ser obedecido, mas uma “boa notícia”, na qual devemos crer. Então, não cometa o erro de pensar que o Evangelho é uma chamada à obrigação de uma reforma de vida, uma chamada para que você melhore sua condição ou para que se comporte de um modo mais perfeito do que o fez, no passado.

O Evangelho não é…

Desistir do mundo não exige que você se afaste do mundo, abandonando os seus pecados, renunciando os seus maus hábitos e tentando cultivar somente os bons hábitos. Alguém pode fazer tudo isto, sem crer no Evangelho e, portanto, nunca ser salvo.

Existem várias designações para o Evangelho no Novo Testamento. Mas, antes de tudo, é preciso esclarecer que, quando esta bendita mensagem é mencionada, ela vem invariavelmente acompanhada do artigo definido “O”. Ele é “o Evangelho”, não “um Evangelho”. As pessoas dizem que existem muitíssimos evangelhos diferentes; entretanto, Evangelho verdadeiro só existe UM, que é “o Evangelho”. Quando alguns mestres religiosos foram aos gálatas, tentando desvirtuá-los da simplicidade que havia em Cristo Jesus, usando “outro evangelho”, o Apóstolo Paulo logo explicou que aquele era “outro evangelho”. O Evangelho é exclusivo; é a exclusiva revelação de Deus ao homem pecador.

O Evangelho não é…

Uma Religião Comparada – Os eruditos deste mundo falam de uma Ciência das Religiões Comparadas e é muito comum escutarmos hoje em dia: “Já não precisamos ir às nações pagãs para lhes pregar o Evangelho, conforme era feito no passado, pois estamos aprendendo que as suas religiões são tão boas como a nossa. Devemos compartilhar com elas, estudando as religiões diferentes, retirar o que elas têm de bom para, assim, podermos levar ao mundo um sentimento de fraternidade e unidade”.

Por isso, nas grandes universidades e colégios, os homens estudam a Ciência das Religiões Comparadas, comparando todos os diferentes sistemas religiosos uns com os outros. Mas, o Evangelho não faz parte das religiões comparadas. Todas as religiões do mundo podem ser comparativamente estudadas, visto como são todas semelhantes, mostrando o homem tentando ganhar a própria salvação. Elas podem ser conhecidas por nomes diferentes. Seus seguidores podem ser convocados a realizar coisas diferentes, mas todas essas religiões estabelecem o homem tentando salvar sua alma; tentando conseguir o favor de Deus pelo próprio esforço. Neste sentido, todas elas entram em absoluto contraste com o Evangelho, “Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê” (Romanos 1:16), a mensagem que conta o que Deus fez por nós, a fim de que nós, pecadores culpados, sejamos salvos.

Continua no próximo  post “O Evangelho 2″…

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