Aborto de Anencéfalo – II

Na última audiência pública realizada pelo STF que discutiu a liberalização do aborto em casos de fetos anencefálos. O relator da proposta é o ministro Marco Aurélio de Mello. Para esta sessão, foram convidados representantes da classe médica, de organizações de direitos humanos além de ministros.

Dentre os participantes é espantoso observar que representates de entidades de direitos humanos e representantes de instituições religiosas manifestaram seu apoio ao aborto. Manifestações essas que são opostas aos princípios que regem essas entidades, entre esses princípios está a “prevervação da vida”.

A tese que temos defendido a muito tempo de que a discussão sobre aborto de anencefalos é apenas uma forma de legalizar e liberar o aborto independente de qualquer situação, tem encontrado em  autoridades médicas a mesma visão, pois a médica Elizabeth Kipman Cerqueira, especialista em ginecologia e obstetrícia, foi a primeira a falar na audiência e defendeu claramente a não-interrupção da gravidez nestes casos. Segundo ela, dentro do útero não é possível decretar a morte encefálica do bebê durante a gestação, uma vez que o nenê tem atividade cerebral mesmo depois de identificada a anencefalia:”A discussão de feto anencefálico é apenas uma estratégia para ampliar a questão do aborto”, declarou.

O cristão é a favor da vida, independente das circunstâncias, pois cremos no DEUS todo poderoso, criador dos céus e da terra.

Disse Jesus: “eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância.”  (João 10:10)

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