Pedro e João foram ao templo para orar.

“E disse Pedro: Não tenho prata nem ouro; mas o que tenho isso te dou. Em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, levanta-te e anda” (Atos 3:6).

Pedro e João foram ao templo para orar. Próximos ao portão chamado de “Formosa”, eles chegaram a um mendigo aleijado que Pedia esmolas. Este homem era aleijado desde o nascimento, e diariamente ele era levado ao local, para implorar por esmolas. João e Pedro fixaram seu olhar sobre ele e disse: “Olha para nós, Prata e ouro, não temos, mas, o que temos, vamos dar a você: Levante-se e ande” O homem foi curado instantaneamente, entrou no templo pulando e dançando.

Eu lhe pergunto: O que é que Pedro e João têm para dar? Não tinham dinheiro, nem “prata ou ouro” Eles tinham fé e eles deram a este pobre homem uma oração de fé. Eles também lhe deram compaixão. Nas suas próprias necessidades, repartiram o que tinham com alguém que era mais necessitado.

O ponto é este: Não importa quão pobre ou necessitado um crente possa ser, é importante manter e dar àqueles que estão em maior necessidade. Paulo escreve sobre a grande fé dos crentes na Macedônia, que foram profundamente empobrecidas. Estes cristãos tinham ouvido falar de uma fome que vinha a Israel, e Paulo Contou-lhes da necessidade de enviar ofertas para ajudar a Igreja em Jerusalém. O apóstolo descreve os Macedônios:

“Como em muita prova de tribulação houve abundância do seu gozo, e como a sua profunda pobreza abundou em riquezas da sua generosidade. Porque, segundo o seu poder (o que eu mesmo testifico) e ainda acima do seu poder, deram voluntariamente. Pedindo-nos com muitos rogos que aceitássemos a graça e a comunicação deste serviço, que se fazia para com os santos. E não somente fizeram como nós esperávamos, mas a si mesmos se deram primeiramente ao Senhor, e depois a nós, pela vontade de Deus” (II Coríntios 8:2-5).

Não estou fazendo um apelo de fundos para o nosso ministério. Estou lhes dizendo que Deus está falando ao meu coração. Estamos administrando um ministério, mas a nossa preocupação deve ser dar muito além do dinheiro. Sim, devemos dar aos mais pobres dos pobres, mas, primeiro e acima de tudo devemos dar de nós mesmos isso é uma ordenança a cada crente. Cada um de nós deve perguntar ao Espírito Santo, como podemos ministrar sem magoar as pessoas, com um telefonema, uma carta de incentivo, uma oração de fé. Se você perguntar ao Espírito Santo, ele dará a você uma oportunidade para você incentivar uma pessoa em necessidade.

Eu recebo e-mails de muitos cristãos que estão magoados, passando por duras aflições. Nas nossas próprias aflições eu tenho aprendido a forma de como consolar os outros em suas próprias dificuldades. Ao fazê-lo, nós achamos que os outros estão muito mais aflitos e carregando encargos muito mais pesados do que os nossos.

Amados em Cristo, vocês podem ajudar os outros, mesmo nas suas próprias pobreza ou aflições. Comece por não mais descarregar sua dor na família ou amigos. Tente falar do amor de Deus. Fale da esperança além de sua dor. Fale sobre a FÉ, mesmo quando você se sente impotente. Experimente o agir de JESUS sobre todas as suas preocupações, suas feridas e suas tristezas. O dar de nós mesmos para outros começa na nossa própria casa, com os familiares que estão a nosso cuidado. Podemos nos queixar e tornando-nos amargos, falando de forma triste, molestando com palavras ou, podemos optar por expressar o bom cheiro de Cristo em nós, onde estivermos.

Anime-se: JESUS está voltando.

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