Ouse encontrar com Deus todos os dias!

A partir de fontes primárias (estudos islâmicos e Alcorão), Magno Paganelli, autor já premiado por suas obras sobre a escatologia bíblica, agora atualiza toda a visão e os estudos anteriores sobre o tema.

O estudo do Apocalipse nos últimos anos foi abandonado quase por completo ou por não compreensão do tema, ou por falta de interesse dos líderes ou mesmo em função do discurso triunfalista que vigora nas igrejas. Alguns grupos passaram a vê-lo tão somente como uma terrível e descabida metáfora diante da nova ética social. Com o fim do comunismo, muitas das interpretações tidas como “certas” se esvaíram. Mas há um elemento que não é novo e tem mostrado um perfil até a pouco desconsiderado: o Islã.

Há estudos sobre Islamismo feitos no Brasil que lidam com o perfil violento da ideologia islâmica ou, quando muito, com a negação de que o Islã faz da legitimidade do Judaísmo e do Cristianismo. A convergência entre escatologia bíblica (Apocalipse) e Islamismo ainda não tinha sido estudada do modo como esta obra apresenta. Com este novo livro, o eixo de interpretação da revelação bíblica muda-se totalmente para o Oriente Médio, para onde as profecias sempre apontaram.

Entre os assuntos abordados neste livro, através dos seus capítulos, você saberá mais sobre:

- os fundamentos bíblicos sobre o período do Apocalipse
- o anticristo: a Bíblia e o Islã anunciam o mesmo líder
- o Islã não é apenas uma religião
- o que ensinam os teólogos muçulmanos
- o avanço do Islã no Ocidente e no Brasil

Para quem se interessa pelo tema, não resta dúvida de que esta obra irá impressioná-lo.

Adquira o livro na Arte Editorial

Divulgue o assunto em sua igreja: Palestras do Pr. Magno Paganelli.

 

Great Day Every Day

O despertador toca é o início de um novo dia repleto de oportunidades para nos alegrarmos. Afinal de contas: “Este é o dia que o Senhor fez; regozijemo-nos, e alegremo-nos nele” (Salmos 118:24)

Mas o que dizer sobre esses dias quando os transito causa transtornos, os aeroportos fecham e os amigos nos esquecem? Há alguma esperança pelos seus altos e baixos da vida?

“Great Day Every Day”, de Max Lucado, apresenta uma imagem de como, na presença de Jesus, podemos lidar com nossos dias: “Sature seu dia com a graça de Jesus”. Confie seu dia à orientação dele. Aceite a direção dele. É a única prescrição para encher seu dia de Deus.

Quando você achar a promessa divina de cada dia, você pode enfrentar tudo que a vida apresenta. Solavancos, aumento e diminuição de velocidade não o descarrilarão. Soluços e tempos duros não têm que arruinar seu dia. Na realidade esses dias podem se tornar grandes dias. Em tudo que você fizer, você poderá ter um grande dia.

Eu sempre leio os livros de Max Lucado, eu sei que ele é um autor Cristão extremamente popular. Eu já tive oportunidade de ouvi-lo. Os livros dele sempre nos levam a questionamentos e principalmente a esperança da vida cristã.

Este, não é diferente, é uma leitura leve e reconfortante. Cada capítulo apresenta um tópico diferente que nos fazem ter dias negativos e como podemos transformar o negativo em positivo. O autor nos conduz a viver cada dia, nos ocuparmos com cada dia conforme ele se apresenta e deixar de exigir tnto de nós mesmos.

Como eu disse, o livro é curto. A segunda metade dele está cheia de tópicos de discussão para grupos, e uma série de coisas que você pode fazer para melhorar seus dias. Eu desfrutei e eu penso que a brevidade salientou cada capítulo de uma forma especial. Max Lucado tem uma forma toda especial incorporar histórias em capítulo ilustrando e trazendo animo para o ponto que está em evidência. Ele sabe como abordar situações para melhorar sua vida realisticamente sem prometer que você terá todos os tesouros no mundo.

Eu recebi este livro de Booksneeze para a revisão.

Você pode adquirir em: Amazon

Pregação e pregadores

O apóstolo Paulo, escrevendo aos filipenses, fez uma afirmação desconsertante para alguns e esclarecedora para outros. Texto atualíssimo, por sinal.

É verdade que alguns pregam a Cristo por inveja e rivalidade, mas outros o fazem de boa vontade.Estes o fazem por amor, sabendo que aqui me encontro para a defesa do evangelho. Aqueles pregam a Cristo por ambição egoísta, sem sinceridade, pensando que me podem causar sofrimento enquanto estou preso. (Filipenses 1:15-17)

As notícias escandalosas que vimos e ouvimos nos últimos dias estão enquadradas aqui. E são reveladoras. Paulo usou adjetivos como inveja, rivalidade, ambição egoísta. Afirmou, porém, que não se constrangeu por ver o evangelho sendo anunciado nesta base, digamos, escandalosa. Eu arrisco um palpite para a segurança que Paulo sentiu naquela situação incômoda. É que um Deus vivo e verdadeiro pode verter o mal em bem com muita naturalidade.

Quando foi que os grandes eventos narrados na Bíblia se deram de maneira absolutamente natural? Quando foi que as vitórias do povo de Deus foram obtidas sem o já costumeiro sofrimento? Quem se lembra das circunstâncias da nossa salvação? Prisão, julgamento, escárnio, vergonhosa cruz, cenas de escândalo para o povo da época.

Se o maior evento das Escrituras, que foi a crucificação de Nosso Senhor, ocorreu sob um atentado ao pudor, por que seria diferente o anúncio de que hoje Ele vive e Reina em nossos corações?

Os inimigos do Evangelho tentam rapidamente capitalizar em cima dos escorregões que nós cristãos sofremos. Esquecem-se de que um pequeno grupo de doze homens espalhando a mensagem vergonhosa da cruz alcançaram o mundo todo, moldaram toda a maneira do homem pensar e transformou e transforma milhões de vidas.

As devidas retribuições aos protagonistas estão igualmente reservadas. Como foram aos judeus, creio que por onde vem o escândalo melhor seria ao responsável ser afundado no mar.

Mas se alguém fizer tropeçar um destes pequeninos que crêem em mim, melhor lhe seria amarrar uma pedra de moinho no pescoço e se afogar nas profundezas do mar. (Mateus 18:6)

Não desejo viver sob ataque dos grupos que têm prazer em denegrir a imagem e a reputação da Igreja e do Evangelho, pois é só o que têm feito. Mas não posso esconder o prazer que sinto ao confiar que o Espírito do Senhor tem poder para transformar uma aparente maldição em enorme bênção. Há anos Ele tem feito isso e nós pregadores temos usado o escândalo da cruz como matéria prima para nossos melhores sermões.

@magnopaganelli

O Senhor tem um povo que não está confundido nestes tempos obscuros. Eles estão entregues de tal forma a Jesus, enamorados por Ele, apartados da maldade destes dias que eles sabem o caminho e a obra do Espírito Santo em suas vidas. Eles sabem a diferença entre o que é puro e santo, e o que é carnal e impuro.

“Pois sobre toda a glória se estenderá um docel” (Isaias 4:5).

No texto hebraico se lê: “porque sobre toda a glória haverá proteção” Na essência isso significa: “sobre cada um destes haverá um manto, um ornamento, uma proteção, a cobertura da glória de Deus!”.

Recorde que uma nuvem de glória cobriu o tabernáculo no deserto: “Então a nuvem cobriu a tenda da congregação, e a glória do SENHOR encheu o tabernáculo” (Êxodo 40:34).

Em Isaías quatro, a promessa é que nos últimos dias o Senhor criará uma glória que cobrirá seus filhos. A glória de Deus encherá cada coração e cada casa e glorificaremos ao Senhor debaixo de sua proteção, a qual será a manifestação da presença de Jesus Cristo o filho de Deus.

“A quem constituiu herdeiro de tudo, por quem fez também o mundo. O qual, sendo o resplendor da sua glória, e a expressa imagem da sua pessoa” (Hebreus 1:2-3).

A glória resplandecerá através da própria manifestação de Cristo em nos. Neste caso “manifestação” tem o significado de “presença real, palpável”. Em outras palavras, quando a presença de Jesus encher o lugar, será real, evidente, que suas mãos espirituais poderão tocar, veremos através de nossa visão espiritual. Essa manifestação será tão real como o ar que respiramos.

Eu desejo ver um avivamento onde a presença do Senhor Jesus seja poderosa e gloriosa plena de excelentes frutos (veja Isaías 4:2). Eu quero ver um avivamento onde as pessoas entrem pelas portas da Igreja em pranto, quebrantadas perante o Senhor e saibam que verdadeiramente estão cobertos pela glória de Deus.

Tempos apocalípticos

Minha filha Magda me advertiu de que estamos a viver tempos do Apocalipse sem nos darmos conta; semana passada, certifiquei-me do acerto da sua observação, ao ler a notícia de que o douto Conselho da Magistratura do Tribunal de Justiça do Estado, atendendo postulação de ONG representante de opção sexual minoritária, em decisão administrativa, unânime, resolvera determinar a retirada de crucifixos porventura existentes em prédios do Poder Judiciário estadual, decisão essa que seria homologada pelo Tribunal. Seria este “o caminho que responde aos princípios constitucionais republicanos de Estado laico” e da separação entre Igreja e Estado.

Tenho para mim tratar-se de um equívoco, pois desde a adoção da República o Estado é laico e a separação entre Igreja e Estado não é novidade da Constituição de 1988, data de 7 de janeiro de 1890, Decreto 119-A, da lavra do ministro Rui Barbosa, que, de longa data, se batia pela liberdade dos cultos. Desde então, sem solução de continuidade, todas as Constituições, inclusive as bastardas, têm reiterado o princípio hoje centenário, o que não impediu que o histórico defensor da liberdade dos cultos e da separação entre Igreja e Estado sustentasse que “a nossa lei constitucional não é antirreligiosa, nem irreligiosa”.

É hora de voltar ao assunto. Disse há pouco que estava a ocorrer um engano. A meu juízo, os crucifixos existentes nas salas de julgamento do Tribunal lá não se encontram em reverência a uma das pessoas da Santíssima Trindade, segundo a teologia cristã, mas a alguém que foi acusado, processado, julgado, condenado e executado, enfim justiçado até sua crucificação, com ofensa às regras legais históricas, e, por fim, ainda vítima de pusilanimidade de Pilatos, que tendo consciência da inocência do perseguido, preferiu lavar as mãos, e com isso passar à História.

Em todas as salas onde existe a figura de Cristo, é sempre como o injustiçado que aparece, e nunca em outra postura, fosse nas bodas de Caná, entre os sacerdotes no templo, ou com seus discípulos na ceia que Leonardo Da Vinci imortalizou. No seu artigo “O justo e a justiça política”, publicado na Sexta-feira Santa de 1899, Rui Barbosa salienta que “por seis julgamentos passou Cristo, três às mãos dos judeus, três às dos romanos, e em nenhum teve um juiz”… e, adiante, “não há tribunais, que bastem, para abrigar o direito, quando o dever se ausenta da consciência dos magistrados”. Em todas as fases do processo, ocorreu sempre a preterição das formalidades legais. Em outras palavras, o processo, do início ao fim, infringiu o que em linguagem atual se denomina o devido processo legal. O crucifixo está nos tribunais não porque Jesus fosse uma divindade, mas porque foi vítima da maior das falsidades de justiça pervertida.

Não é tudo. Pilatos ficou na história como o protótipo do juiz covarde. É deste modo que, há mais de cem anos, Rui concluiu seu artigo, “como quer te chames, prevaricação judiciária, não escaparás ao ferrete de Pilatos! O bom ladrão salvou-se. Mas não há salvação para o juiz covarde”.

Faz mais de 60 anos que frequento o Tribunal gaúcho, dele recebi a distinção de fazer-me uma vez seu advogado perante o STF, e em seu seio encontrei juízes notáveis. Um deles chamava-se Isaac Soibelman Melzer. Não era cristão e, ao que sei, o crucifixo não o impediu de ser o modelar juiz que foi e que me apraz lembrar em homenagem à sua memória. Outrossim, não sei se a retirada do crucifixo vai melhorar o quilate de algum dos menos bons.

Por derradeiro, confesso que me surpreende a circunstância de ter sido uma ONG de lésbicas que tenha obtido a escarninha medida em causa. A propósito, alguém lembrou se a mesma entidade não iria propor a retirada de “Deus” do preâmbulo da Constituição nem a demolição do Cristo que domina os céus do Rio de Janeiro durante os dias e todas as noites.

Paulo Brossard – foi deputado federal pelo Rio Grande do sul, Ministro da Justiça e Ministro do STF- Zero Hora 12/03/2012

Shabat o descanso

“Guarde o sétimo dia como dia de santo descanso. É ordem minha. Trabalhe, nos outros seis dias, mas o sétimo dia é dia de descanso do Senhor seu Deus. Nenhum trabalho será feito nesse dia, nem por você, nem por ninguém da sua casa, filhos, filhas, criados, criadas, bois, burros ou qualquer outro animal. Nem mesmo os estrangeiros que estejam morando com você. Todos têm de obedecer a este mandamento. Todos devem descansar nesse dia sejam empregados ou patrões. Por que você fica obrigado a guardar o dia de descanso? Porque em seis dias o Senhor fez o céu, a terra, o mar, e tudo que neles há e descansou no sétimo. Por isso Eu separo o dia de descanso e lhe dou uma benção toda especial.” (Êxodo 20:8-11 – Bíblia Viva/ 2ª Edição/ Mundo Cristão/ 2002)

Descansar não significa cessar todas as atividades.

Os hebreus entendiam o sétimo dia, o shabat, não como a cessação de toda a atividade, mas um tempo criativo, não como simplesmente descanso físico, mas como tempo dedicado a Presença do Criador do próprio tempo chamado Eternidade.

Este “dia de delícia” como instituído por Deus tornou-se um ponto de discórdia para milhões de crentes. Para muitos, simplesmente é uma quebra da semana de trabalho, para outros uma interrupção sistemática de todos os afazeres, assim somos impedidos de entender e celebrar corretamente este período importante.

Os rabinos seguem o seguinte raciocínio sobre esse assunto. “No sétimo dia Deus já havia concluído a obra que realizara, e nesse dia descansou (Gn 2.2). Então, o que foi criado no sétimo dia? O menuha

Partimos da premissa do significado da palavra hebraica para descanso, menuha: tranqüilidade, serenidade, paz e descanso, que é traduzido também como “repouso jovial ou delícia”. É por este angulo que devemos observar a definição dessa prática que se perdeu, alterando o significado do descanso sabático.

O descanso sabático é diferente das férias, uma vez que esta última está apenas relacionada ao lazer. O shabat é um período de reflexão, pensamento, observação, olhar as coisas sob outra perspectiva e dimensão. Avaliar o que sou e o que eu posso ser. Criar uma nova condição para o equilíbrio mental, físico e espiritual. Revisão da alma, oxigenação, se comprometer melhor com a visão que Deus nos deu. Coragem para perceber o novo. O que caracteriza um período sabático é o afastamento da rotina para rever rumos.

“O SENHOR é o meu pastor: nada me faltará. Deitar-me faz em verdes pastos, guia-me mansamente a águas tranqüilas. Refrigera a minha alma;…” (Salmo 23:1-3)

Note que a “Deitar-me faz” vêm antes das palavras “Refrigera a minha alma”. É quando entramos no seu descanso que experimentamos seu maravilhoso toque curativo sobre as nossas vidas.

E o sábado? O shabat embute o princípio do descanso. Não como obrigação, mas como uma recomendação regeneradora. Assim afirmamos que o descanso nada mais é do que um momento de reviver no homem os privilégios do Paraíso, uma vez que o homem decide, escolhe parar suas atividades e criar um espaço em sua agenda, um tempo para si e para integrar-se com a mente e com os desígnios de Deus. Como Deus criou em seis dias e parou no sétimo, o homem deve procurar o mesmo.

O Senhor deseja que usemos este descanso (um dia, dois dias, meio dia, um período…) para fazer várias outras coisas. É possível que esse intervalo, nas pressões do dia-a-dia, seja um tempo para apenas ficar quieto e fazer a nós mesmos alguns questionamentos, como:

Senhor tu és realmente o primeiro em minha vida?

Há alguma coisa entre o Senhor e eu?

Quando me acho em dificuldade, procuro o Senhor em 1º lugar?

Desonrei o seu nome esta semana?

Tenho louvado as obras de tuas mãos Senhor?

Sonda o meu coração, Senhor?

Além dos questionamentos, podemos aproveitar esse “descanso” para que possamos lembrar:

de quem Deus é;

do preço incrível que ELE pagou para comprar-nos;

do que ELE prometeu fazer por nós e através de nós;

do que ELE quer realizar em nossos corações e vidas;

e do lugar que ELE está preparando para nós;

e do dia que estaremos diante dELE.

ELE mesmo estabeleceu um período de descanso para que nós pudéssemos investir tempo para estar com ELE.

“Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas” (Mateus 11:29).

“Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Onipotente descansará” (Salmo 91:1)

“Porque assim diz o Senhor DEUS, o Santo de Israel: Voltando e descansando sereis salvos; no sossego e na confiança estaria a vossa força…” (Isaías 30:15)

Que desfrutemos com sabedoria essa oportunidade que Deus nos concede para nosso descanso (menuha).

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